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SUBMISSÃO

 


Prezados amigos do Portal Vizão. Estou chegando nestas páginas a convite de seu administrador para apresentar crônicas sobre os mais diversos assuntos, e minha opinião sobre fatos atos de nossa política. Afinal, neste ano de eleições assunto não vai faltar. Além disso pretendo colaborar com o Marquinhos com notícias de Paulínia, RMC, Brasil e do mundo. Para não me afastar dos principais assuntos de seu interesse, sugiro que nos enviem seus comentários sobre as notícias divulgadas ou sobre algum assunto que gostariam que nos detivéssemos mais. A todos um ótimo dia e boa leitura.

SUBMISSÃO

“O último refúgio do oprimido é a ironia, e nenhum tirano, por mais violento que seja, escapa a ela. O tirano pode evitar uma fotografia, não pode impedir uma caricatura” (Millôr Fernandes)

Em 1941 foi erguido próxima a Varsóvia um campo de concentração onde os alemães depositavam (este é o termo exato) os judeus, gays, poloneses cristãos, Treblinka era seu nome. Todos os que eles consideravam impuros, dos países ocupados, eram presos e levados para este ou outros construídos por toda a Alemanha ou países próximos. A ideia, que foi colocada em prática, era o extermínio total desta raça. 

Para que uma população inteira se submetesse e caminhasse em silêncio para estes campos e morte certa, os alemães tinham uma magnífica máquina de propaganda, que implantava na cabeça de seu povo as benesses da limpeza étnica. Dentro dos campos acabava a identidade de cada um dos prisioneiros. A submissão era total, sob pena de morte certa. E através do medo os prisioneiros foram deixando de lado toda sua humanidade. E uma das ideias implantadas era a de fazer os prisioneiros andarem sempre com a cabeça baixa, em atitude de completa entrega. Como fazê-lo? Simples. Aqueles que andassem com a cabeça erguida recebiam uma coronhada na face que o marcava. No dia seguinte era colocado num paredão e fuzilado. Para não ter a temida marca os prisioneiros andavam sempre com a cabeça baixa.  

Hoje temos uma máscara que encobre parcialmente nossa face. Temos lockdown que retira nossa liberdade de ir e vir. Temos a proibição de convívio social. Pior. Naquela época era uma região do mundo, atingida pela guerra. Hoje o mundo todo está envolvido nisso. Aceita-se submeter-se a esta humilhação. Enquanto na Europa o povo sai ás ruas, contra o passaporte sanitário, aqui fazem fila para serem vacinados e receberem o passaporte que vai lhes dar o direito que nunca poderia ter sido tomado. O poder se locomover por todos os estabelecimentos, visto nossa Constituição: A liberdade.

E fica cada vez fica mais evidente que estas vacinas estão seno tomadas só para efeito de submeter o povo, pois é inócua. Pessoas com três doses tomadas, se contaminam. Não há serventia em nenhuma delas. Esperava-se uma reação mais firme de nosso presidente, no tocante a isto. Mas, pelo menos aparentemente, este assunto vai morrer por aqui. Quem sabe os brasileiros resolvam se mexer e se recusarem a tomar a vacina, até com absoluta razão. Não podemos entrar em um estabelecimento, não se entre, Depois de um tempo estes estabelecimentos vão quebrar por falta de clientes. Não podemos nos manifestar, manifestemo-nos. Dizer não as decisões do STF, não as obedecer. Vão aprisionar todos os brasileiros? Será que vamos nos submeter?


Rubens Lace

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