Header Ads

Síndrome respiratória mobiliza cinco cidades da região Metropolitana de Campinas

 


As administrações municipais começam a tomar medidas especiais para atender aos pacientes

Cidades da região de Campinas começaram a tomar medidas para combater o aumento no número de casos ligados às Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG). Com a chegada da nova variante da covid-19, a Ômicron, e o surto de gripe fora de época com a nova cepa H3N2, do vírus Influenza A, as unidades de saúde da região registram um significativo aumento na procura por atendimento. Como os sintomas são parecidos, as medidas estão sendo tomadas tanto para a gripe como para a covid-19. Elas incluem capacitação de profissionais da linha de frente, disponibilização de medicamentos para tratamento e ampliação da oferta de testes de covid-19.

Em Hortolândia, que nesta semana atingiu uma média diária de 400 atendimentos relativos à gripe, o Hospital Municipal Mário Covas decidiu disponibilizar o medicamento "Tamiflu" à população desde a última quarta-feira, 29. A informação é da própria prefeitura do município. Entretanto, o remédio será distribuído ao paciente apenas com prescrição médica. A dispensação acontece no Pronto Socorro Adulto da unidade durante o feriado prolongado de Ano Novo. Vale ressaltar que a Secretaria de Saúde de Hortolândia recomenda que o paciente vá acompanhado retirar o medicamento apenas em caso de necessidade extrema para evitar aglomeração no local.

Com o intuito de agilizar o socorro aos pacientes, Paulínia aumentou o número de médicos, enfermeiros e recepcionistas, de acordo com a Secretaria de Saúde local. Senhas para o atendimento estão sendo distribuídas aos pacientes para evitar a concentração elevada de pessoas no mesmo espaço. Somente na quarta-feira, 326 pacientes foram atendidos pela Unidade Respiratória (UR) do Hospital Municipal. A cidade de Paulínia identificou que há um surto de síndrome gripal em andamento, já que os casos positivos de covid-19 continuam baixos nos testes realizados.

Em relação a Indaiatuba, a demanda por atendimento nas unidades de saúde da cidade também cresceu, ficando em torno de 40%. Como medida emergencial, o município está capacitando profissionais que fazem parte da linha de frente da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e do Hospital Augusto de Oliveira Camargo (Haoc). Assim como nas demais cidades, o objetivo é reduzir o tempo de espera nos atendimentos clínicos e médicos. A expectativa é que haja uma aceleração no desenvolvimento de campanhas de conscientização no início de janeiro.


Fonte: CP


Nenhum comentário:

Tecnologia do Blogger.