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Paulínia teve o quarto maior PIB por habitante do Brasil em 2019

 


Presidente Kennedy, cidade do estado de Espírito Santo, liderou o ranking naquele ano com Produto Interno Bruto per capita de R$ 464.883,49

Paulínia teve o 4º maior Produto Interno Bruto por habitante (PIB per capita) do País em 2019, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Toda a riqueza produzida pelos diferentes setores econômicos naquele ano no município dividida pelo número de habitantes da cidade foi equivalente a R$ 341.552,82. Já o PIB per capita brasileiro chegou a R$ 35.161,70 – quase 10 vezes menor.

Em 2017, Paulínia era a 1ª cidade do País com um PIB per capita de R$ 344.847,17 e, em 2018, caiu para a 5ª posição dos 10 maiores PIB per capita do Brasil, com R$ 306.163,17.17. Em 2019, os 10 municípios com os maiores PIB per capita somavam 1,5% do PIB brasileiro e 0,2% da população. Presidente Kennedy (ES), com R$ 464.883,49, tinha o maior PIB per capita, seguido de Ilhabela (SP), ambos devido à extração de petróleo.



As informações do PIB dos Municípios 2019 foram elaboradas em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). Os mapas sobre este estudo estão disponíveis na Plataforma Geográfica Interativa (https://www.ibge.gov.br/apps/pibmunic/) do IBGE.

De acordo com o estudo do IBGE, em Selvíria (MS), na terceira posição, a geração de energia hidrelétrica era o destaque em 2019. Em quarto lugar, Paulínia teve na indústria de refino de petróleo a sua principal atividade, enquanto Triunfo (RS), na 10ª posição, destacou-se na indústria petroquímica.

Louveira ficou na quinta posição, em razão do comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas e das Indústrias de transformação. Na sexta e na oitava posição, São Gonçalo do Rio Abaixo (MG) e Canaã dos Carajás (PA) tinham a extração de minério de ferro como principal atividade. Os municípios paulistas de Sales Oliveira e Iracemápolis, na sétima e na nona posição, tinham as Indústrias de transformação como maior atividade.

Entre as capitais, Brasília (DF), com R$ 90.742,75, liderou em relação ao PIB per capita, enquanto Belém (PA) ocupou a última posição, com R$ 21.708,55. Ou seja, o PIB per capita da capital federal foi 2,58 vezes maior que o PIB per capita do Brasil (R$ 35.161,70). Já o de Belém correspondia a apenas 62% do PIB per capita nacional.

Concentração

Em 2019, 25%, ou seja, um quarto do PIB do País vinha de apenas oito municípios e o líder em participação era a cidade de São Paulo, responsável por 10,3% do PIB do Brasil que, naquele ano, chegou a R$ 7,4 trilhões.

A densidade econômica do País era de R$ 870 mil por quilômetro quadrado (R$/km²). Osasco era o município com a maior densidade, gerando R$ 1,3 bilhão/km².

Entre 2018 e 2019, os municípios com maior ganho de participação no PIB do País foram São Paulo, Maricá (RJ), Saquarema (RJ), Parauapebas (PA), Brasília (DF) e São José dos Pinhais (PR), cada um com acréscimo de 0,1 ponto percentual (p.p.).

A atividade econômica na Cidade-região de São Paulo, que reúne 92 municípios adjacentes com forte interação, gerava o equivalente a quase um quarto do PIB do Brasil e, ainda, 20,4% do valor adicionado bruto da indústria nacional.

Em 48,9% dos municípios do País, a administração pública foi a principal atividade econômica em 2019. Esse predomínio ocorria em mais de 90% dos municípios do Acre, Roraima, Amapá, Piauí e Paraíba e em apenas 9,9% dos municípios paulistas.



Fonte: 24hrs


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