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7 de setembro, independência... ou morte?

 


“Em tempos de embustes universais, dizer a verdade se torna um ato revolucionário”.
(George Orwell) 

Independência, palavra tão prezada pelos seres humanos. A liberdade de pensar, criar e agir. Então esta palavra costuma nos fazer lembrar desta frase famosa dita por D. Pedro I ás margens do Ipiranga. Os portugueses, não só criaram algumas escaramuças para não entregar o país, como ameaçaram invadi-lo. Mas acabaram cedendo e ao pais pode, enfim, ser livre. 

Será? Somos hoje verdadeiramente livres? Por incrível que pareça, quando conseguimos colocar na cadeira presidencial uma pessoa realmente do povo, com vontade de acertar, com um ministério gabaritado que finaliza obras que ficaram paradas durante o famigerado governo de esquerda que assaltou o país. Outras que voltam a ampliar a rede ferroviária, obras em diversos municípios por este Brasil todo, leva água para o norte/nordeste, amplia o auxílio moradia, projeto em andamento para atender o saneamento básico em todos o país, enfim...a mídia está toda contra, o STF está todo contra, O legislativo está em grande parte todo contra, e até parte do exército também deve estar contra.  

O presidente conclamou o povo para sair ás ruas, num gesto de protesto e num grito de liberdade no último 7 de setembro. Aproximadamente 30 mil brasileiros ocuparam todas as grandes avenidas e ruas das capitais e cidades do interior.  

E na mais paulista das avenidas, em um discurso tão ansiosamente aguardado, o presidente falou “amanhã estaremos dando nosso grito de liberdade. Não vamos mais aceitar ser subjugado pelos ministros Alexandre de Moraes e Luiz Roberto Barroso”. O povo vibrou. Era tudo que queria. Que cessassem as falcatruas e a prisão de brasileiros que exerciam somente o seu direito ao trabalho. A retirada do cargo os ministros corruptos, se fizessem uma limpeza nas casas do legislativo, derrubando todos que já houvessem ou estivessem condenados ou sendo julgados.  

O dia depois do feriado foi esperado com grande expectativa pela população. Soubesse nos meados da manhã daquele dia que o presidente havia chamado o ex-presidente Temer para uma conversa. Depois da reunião o presidente leu uma carta, onde justificava as palavras ditas, pedia a colaboração do povo, e que este mesmo povo voltasse a seus afazeres e aguardasse novas informações. E, aparentemente, nada foi feito. O STF continua a agir como comandante do país, o legislativo dá as cartas, e o presidente fica viajando pelo país para inauguração de obras, lançamento de outras, visitando zonas de desastres. Sobre os memes terríveis perpetrados sobre sua pessoa e até sua família, nada se fala ou faz. Ninguém vai preso por fazê-lo. N entanto quem caminho e apoia o presidente qualquer deslize, falar mal de um ministro é suscetível a prisão sem ser julgado ou condenado.  

Houvesse rumores de que os USA pediram para Bolsonaro aguardar para tomar suas decisões. Sabe-se que Lula e Dilma tem contas a ajustar com eles e com a Europa. Que a JBS vai passar por um pente fino pela justiça americana. Tudo isso pode proporcionar uma virada na história política no país. Mas até quando? Os gritos de mito continuam a ecoar nas ruas do Brasil, onde quer que o presidente vá. Multidões o acompanham nas praias. Mas os maiores entendedores do que vai nas entrelinhas deste silêncio do gabinete presidencial está deixando a preocupação e o nervosismo aumentarem. E muitos já falam em alternativas. A maior delas seria mais uma passeata direcionada a Brasília, se nosso povo tivesse nas veias um pouco do sangue da população de outros países.  

E então presidente? Uma pequena nota, uma pequena direção a seguir. Estamos aguardando. Ou vamos deixar o Brasil caminhar para a morte da democracia? 


                       Rubens Lace - Colunista e jornalista.

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