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Suspeito de estupro se entrega em Americana


O homem se apresentou com o advogado, na tarde desta segunda-feira, na Delegacia de Investigações Gerais da cidade


O desempregado Paulo César da Silva Santos, de 28 anos, suspeito de manter em cárcere privado e de estuprar a menina, de 11 anos, se entregou na última segunda-feira, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG), de Americana. O homem foi identificado pelos agentes na noite do mesmo dia que a garota apareceu, no dia 10. Santos alegou que não sabia que era uma criança, já que teriam se conhecido em um site de relacionamentos. Ele teve prisão temporária por 30 dias decretada pela juíza Camila Marcela Ferrari Arcaro, da 1<SC210,170> Vara Criminal de Santa Bárbara d'Oeste. “Tudo que desejo neste momento é que ele siga preso. Queremos esquecer e sei que é difícil. Mas agora temos de unir as famílias para dar carinho e amor que ela precisa”, disse a mãe, de 28 anos.
A garota, que mora com os avós paternos, em Santa Bárbara d´Oeste, e sumiu na madrugada do domingo dia 5. A única informação que a família tinha era de que um homem em uma moto de pequeno porte havia rondado a casa da família, antes de a garota desaparecer.
Ela foi achada na manhã do dia 10, em um posto de combustível nas margens da Rodovia Anhanguera, na região da Praia Azul, em Americana, dopada e confusa.
O acusado se apresentou com o advogado, Marcelo Rosa Maia, que contou que seu cliente e a garota se conheceram por meio de um aplicativo de relacionamentos e que a garota usava um perfil falso, no qual se apresentava com idade de “99 anos” e usava uma foto de uma mulher mais velha. Informações no mínimo suspeitas, segundo os policiais.
De acordo com o defensor, a garota teria mandado nudes para o suspeito, também com características físicas de uma pessoa maior de idade, e revelou que tinha problemas familiares e que desejava sair de casa. “Ele se conheceram na sexta-feira pelo aplicativo, trocaram conversas e no sábado marcaram encontro. Meu cliente não sabia que ela tinha só 11 anos. Se fosse criminoso não usaria a própria moto para ir ao encontro”, disse Maia.
Como o encontro foi à noite e estava frio, segundo Maia, a menina usava capuz e moletom, o que também teria dificultado perceber que era menor de idade. Ele afirma que seu cliente apenas percebeu que ela era uma criança no dia seguinte, quando foram conversar.
O defensor ainda garantiu que o rapaz não manteve a menina presa e que chegou a sair com ela no domingo para pegar algumas roupas na casa dele e que a manina o aguardou em uma esquina da via. “Ela quem não queria ir embora. Meu cliente já teve outros relacionamentos, inclusive ele trocou mensagens com moças de 25 e 27 anos, mas acabou errando. Ele tem que arcar com a responsabilidade dele, mas não é pedófilo”, frisou.
De acordo com a mãe da vítima, a filha levou o documento e que acredita que o suspeito sabia da idade da menina.

Fonte: Correio

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