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Paulínia está na 551ª colocação no ranking estadual das cidades com melhor gestão, de acordo com estudo da Firjan, com base nas contas de 2016

Paulínia ficou na 551ª posição entre as cidades com melhor gestão no Estado de São Paulo, de acordo com o índice de Gestão Fiscal, da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). O estudo foi divulgado nesta quinta-feira, dia 10, e analisou as contas de 2016 de 81,6% das prefeituras do País.

O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) estudou 4.544 municípios – onde vivem 177,8 milhões de pessoas, ou 87,5% da população do Brasil. No Estado de São Paulo, foram 596 cidades. No ranking nacional, Paulínia está na 4.107ª posição, com 0,2892 pontos. Nos dois casos, a Prefeitura foi classificada como “gestão crítica”.
Na Região Metropolitana de Campinas (RMC), somente Indaiatuba está entre as 10 melhores cidades classificadas no ranking da Firjan, com base nos dados de 2016. Ela aparece na terceira colocação na lista estadual e na 8ª posição no ranking nacional. Foi considerada pelo estudo como “gestão de excelência”, com 0,8277 pontos. Na RMC, Paulínia apenas está à frente de Santo Antônio de Posse.

Dez anos

O primeiro Índice Firjan de Gestão Fiscal é de 2006. Naquele ano, Paulínia foi a 30ª no ranking estadual (entre 644 prefeituras estudadas) e 125ª, na lista nacional (entre 5.515 contas analisadas de municípios brasileiros). Obteve na época 0,7658 pontos e foi classificada como “boa gestão”. Confira tudo aqui.

O IFGF faz um diagnóstico de como os municípios administram os recursos públicos. A ideia é estimular a cultura de responsabilidade fiscal. São analisadas a receita própria, os gastos com pessoal, os investimentos, a liquidez e o custo da dívida. Tem como base os resultados fiscais declarados obrigatoriamente pelas próprias prefeituras e disponibilizados anualmente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

Crise

O estudo revelou que 86% das cidades analisadas registraram situação fiscal difícil ou crítica em 2016. Apenas 13 apresentaram gestão de excelência. Os resultados mostraram que o nível de investimento dos municípios brasileiros atingiu o menor patamar em 10 anos – reforçando a extensão e a profundidade da  crise  fiscal  brasileira.

Segundo a Firjan, um dos principais problemas das prefeituras é o elevado comprometimento do orçamento com despesas obrigatórias, como pagamento do funcionalismo público. Em tempos de queda de receita, como agora, essas obrigações, conforme o estudo, dificultam a adequação das despesas à capacidade de arrecadação, deixando as contas extremamente expostas à conjuntura econômica.

RMC no ranking estadual da Firjan

Paulínia – 551º lugar
Indaiatuba – 3º
Valinhos – 48º
Hortolândia – 72º
Holambra – 90º
Artur Nogueira – 184º
Morungaba – 196º
Campinas – 274º
Engenheiro Coelho – 288º
Santa Bárbara d’Oeste – 363º
Vinhedo – 365º
Itatiba – 381º
Jaguariúna – 401º
Monte Mor – 454º
Nova Odessa – 459º
Sumaré – 470º
Pedreira – 479º
Americana – 486º
Santo Antônio de Posse – 579º
Cosmópolis – não consta


Fonte: 24Hrs

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