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Prefeitura condiciona não demitir a corte do reajuste

A Prefeitura de Americana condicionou a não demissão de 563 servidores municipais em estágio probatório à revogação do reajuste de 6,2% no salário da categoria. Em acordo firmado entre a administração e o sindicato, ontem, também ficou definido que esses trabalhadores precisam aderir a uma licença não-remunerada de dois anos e que todo o funcionalismo também precisa aderir ao Ameriprev (Instituto de Previdência dos Servidores de Americana) para que não haja mais os cortes em massa no Executivo, como anunciado na semana passada. A proposta passará por assembleia da categoria.
O pacote de medidas contém cinco propostas. A intenção é que com elas a administração aumente sua receita e se adeque à LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal). O acordo foi assinado entre seis secretários da equipe econômica do governo Omar Najar (PMDB).
Em assembleia, a categoria vai optar pela proposta ou pela deflagração de greve. A votação, de forma setorial, ocorrerá de terça-feira ao dia 24.
A proposta é bem clara: ou o servidor em período probatório adere à licença não-remunerada por dois anos ou será demitido, desde que toda categoria se submeta às outras exigências.
O presidente do sindicato dos servidores, Antonio Adilson Bassan Forti, o Toninho Forti, disse que é contra qualquer corte de benefícios, mas que diante da excepcionalidade da situação que a cidade está vivendo, da crise financeira que o município atravessa, resolveu levar essa proposta para deliberação dos servidores em assembleias com votação secreta. Segundo ele, a proposta de revogação do reajuste partiu da prefeitura, enquanto as demais propostas são do sindicato.
O diretor do sindicato, Rogério André Vanzo, disse que a prefeitura vai mandar à Câmara projeto de lei que torna obrigatória a mudança do regime de previdência de celetista (baseado na Consolidação das Leis Trabalhistas) para estatutário (regido por estatuto próprio) para adesão integral ao Ameriprev.
"Se forem aprovados os cinco itens nós não teremos demissões", disse o vice-prefeito Roger Willians da Fonseca (PSDB). "Quanto mais funcionários aderirem à licença não remunerada, melhor, porque ele preserva o cargo e evita demissão", disse Roger.

Fonte : TD

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