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Aumentos da luz e água elevam contas em até 31,83% em Campinas

Esteticista muda hábitos e teve que reduzir compras no supermercado.
Inflação do primeiro semestre é de 6,17%. Junho teve recorde, segundo IBGE.

Os aumentos nos preços das contas de energia elétrica e da água somados elevaram em até 31,83% os valores pagos por algumas famílias em Campinas (SP) no primeiro semestre.
A alta obriga famílias e comerciantes a mudarem o consumo doméstico.
Na casa da esteticista Vanda Pavaresco os valores das duas contas subiram R$ 38,15 entre o mês de dezembro de 2014 e o fim do primeiro semestre de 2015. A conta de luz saltou R$ de 74,89 para R$ 107,66, isso com o mesmo consumo em quilowatt-hora.
No caso da água a conta teve acréscimo de R$ 5,38, mas em metros cúbicos o consumo caiu de 9 para 6, ou seja, economia de 33,33%.
Com esses valores, fora a inflação que chegou a 6,17% de janeiro a junho, a esteticista teve que reduzir o valor pago no supermercado.

“Por causa dos aumentos das contas temos que controlar a parte de mercado, porque está muito caro”, explica sobre o fato de ter menos alimentos estocados na dispensa.
Os dois aumentos da energia elétrica nos primeiros seis meses do ano elevaram os valores a serem pagos pelos consumidores da região em 37%.
A conta de água sofrerá novo reajuste em agosto, de 15%, informou a Sanasa Campinas.
O auxiliar administrativo Gerônimo Pera disse que nos últimos três meses têm sentido aumentos de preços em vários produtos e serviços. “Está aumentando tudo. Você vê aumento de todo lado. Em todas as padarias”, lamenta. 
‘Estou percebendo isso (aumentos) claramente. Pão, leite. Todos os produtos estão subindo. Não tem como parar isso?”, reclama o prestador de serviços Virgílio Fonseca. A conta de luz dele subiu 26,1%.
“Isso é recessão é o que estamos vivendo. O resultado disso é que as empresas com o aumento do custo começam a demitir”, avalia o professor de finanças Eli Borochovícius.
Inflação
A inflação em junho de 2015 fechou em 0,79%, a mais alta para o sexto mês do ano desde 1996, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No acumulado dos últimos 12 meses, o indicador tem alta de 8,89%, a maior taxa desde dezembro de 2003. A previsão é de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) feche o ano acima de 9%.

Fonte : G1

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