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Caso Syngenta tem primeira audiência de conciliação

A Justiça do Trabalho de Paulínia realizou na semana passada a primeira audiência do caso de uma ex-cozinheira da fábrica de pesticidas da Syngenta que move uma ação de R$ 27 milhões contra a empresa por contaminação por metais pesados. E.L.Z, de 75 anos, trabalhou na empresa entre 1991 ao ano 2000 e sofre de deficiências hepáticas, além de distúrbios no sistema nervoso central.

A sessão aconteceu na 1ª Vara do Trabalho e não houve conciliação entre as partes. Ficou decidido que um perito, que será nomeado pela Justiça, fará nova perícia médica na idosa. Uma nova audiência deve ser marcada dentro de 30 dias.

O médico que acompanha o tratamento das vítimas do caso Shell, pediu o mineralograma da ex-cozinheira no início deste ano e foram constatados estrôncio, chumbo, alumínio e manganês em altos níveis em seu organismo. Segundo laudo médico, a presença dos metais é a causa de suas doenças.

Documentos da Cetesb anexados ao processo indicam que a Syngenta teve que se submeter a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre 1995 e 1999, firmado junto ao Ministério Público, para regularizar o descarte de seus resíduos sólidos industriais.

O advogado da idosa, que também representou ex-funcionários da Shell e Basf, afirmou que a contaminação por metais pesados ocorre pela inalação dos vapores resultantes dos resíduos industriais.

Fonte PP

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