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O mal de Alzheimer atinge mais mulheres que homens

Foto Reprodução DF
A doença ou mal de Alzheimer, é uma doença degenerativa que afeta o cérebro, atingindo principalmente o funcionamento da memória fazendo com que a pessoa portadora perca as noções de espaço e tempo.

Atinge a terceira idade acima dos 65 anos e de acordo com pesquisas quanto mais avançada a idade, maiores são os riscos e seu índice aumenta na população acima dos 85 anos, causando atrofia do cérebro e aumento de riscos de infecções de garganta. É uma doença degenerativa do organismo que afeta principalmente os neurônios e não é contagiosa nem infecciosa.

De acordo com essas mesmas pesquisas, o mal de Alzheimer atinge mais mulheres que homens, o que pode ser atribuído, ao fato de que elas vivem mais que eles. O sintoma mais freqüente e que se manifesta de forma mais acentuada, é a constante falha de memória que, faz com que a pessoa esqueça totalmente de fatos ocorridos, muitas vezes perde a noção de onde está, perdendo totalmente sua autonomia de locomoção, o que torna perigoso sair sozinha.

Devido a constantes falhas de memória, a doença de Alzheimer é conhecida popularmente como demência e confundida com caduquice. Aos primeiros sinais diferentes no idoso, como mudanças de humor, desinteresse em hábitos de rotina como tomar banho, cuidar da própria aparência, lapsos de memória, é importante que a família busque ajuda médica para avaliação adequada para que este mantenha uma boa qualidade de vida, mesmo com algumas limitações.

Cuidar de um paciente com o mal de Alzheimer

Jamais se deve excluir o paciente de seu convívio familiar e social, principalmente em festas comemorativas em que sempre esteve presente. Deve-se sempre buscar alternativas para novas adaptações em que seu ente querido se sinta amado, querido, desejado, mesmo vivendo um momento diferente da vida.

É importante que ele nunca se sinta rejeitado e nem alvo de algum tipo de preconceito. Jamais o deixe sair sozinho, pode ser perigoso devido aos lapsos de memória. Procure fazer caminhadas ao ar livre, de forma descontraída e alegre com ele. Seja presente de forma sutil, discreta, para que seu idoso não se sinta vigiado e sim querido.

Dê muita atenção, carinho, amor e nunca deixe de procurar ajuda médica. Leve o paciente regularmente ao médico, para que receba o tratamento adequado e você também receba orientação segura de como cuidar com segurança.

Lembre-se que cuidar bem é a maior prova de amor que se pode dar a quem amamos e seu ente querido continua sendo aquela pessoa especial que sempre foi para você, apenas está vivendo uma realidade natural das fases da vida.

Fonte : DF

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