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Recuperação da ponte na vicinal Paulínia - Americana deve ser entregue em julho

Atrasada, obra deveria ser entregue em abril. Buraco foi aberto em janeiro de 2011, após chuva forte destruir trecho da estrada
O trecho da estrada vicinal que liga Paulínia a Americana, a Rodovia Ivo Macris, que está interrompido por uma cratera já há mais de três anos deve ser finalmente entregue em julho, após sofrer sucessivos atrasos. A placa sobre o reparo da ponte no trecho indica que a obra, com início previsto para maio de 2012, deveria ser concluída em seis meses, o que não ocorreu.

Em entrevista em janeiro, o secretário adjunto de Obras de Americana, José Nilton de Oliveira, havia prometido que a obra seria entregue até abril deste ano, mas no final do mês, a um dia do fim do prazo, apenas os suportes para as vigas estavam instalados. “No fim de fevereiro a gente termina as vigas principais, aí é questão de começar a fazer a montagem”, afirmou na ocasião.

A justificativa da Prefeitura em relação ao atraso foi que uma das vigas principais precisou ser refeita e atrasou a finalização. A administração agora garante que falta apenas a conclusão de obras complementares que compreendem a pavimentação dos acessos e conclusão dos aterros.

Por causa da demora por uma solução, como alternativa de passagem os motoristas precisam usar um desvio, mas reclamam de condições precárias do trecho, mas a Prefeitura garante que a manutenção no local é periódica.



Série de atrasos
Em janeiro de 2011, a ponte que havia na estrada que liga Americana a Paulínia foi levada pela enxurrada durante uma chuva forte. Um caminhão caiu horas depois da força da água levar a estrutura, mas ninguém se feriu. No dia 10 de abril, um motociclista morreu após uma queda. De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura de Americana, serão necessários R$ 2 milhões para consertar a rodovia. Em julho de 2011 o Governo do Estado anunciou uma verba de R$ 1,6 milhão para reconstruir a ponte e que as obras começariam até março de 2012.

Em junho do mesmo ano, a Prefeitura de Americana alegou que o atraso nas obras ocorreu porque a assinatura do convênio com o governo estadual foi feita posteriormente, após todas as instruções e documentação necessária para a liberação da verba, e que  a ordem de serviço deveria ser assinada em breve. Em outubro, a administração municipal afirmou que um grupo de funcionários trabalhava na produção das peças pré-moldadas, que seriam implantadas na ponte.

Em janeiro de 2013, a Prefeitura alegou que, devido à rocha encontrada, a equipe de projetos estava trabalhando para solucionar o problema o quanto antes. Segundo a equipe responsável, explosivos seriam usados para remover a rocha e, para que isso seja realizado, autorizações precisariam ser recebidas do Exército, já que existem casas ao redor. Em contrapartida, peças da ponte estavam sendo montadas na empresa vencedora da licitação.

Fonte JP


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