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Paralisação no Mário Gatti entra no segundo dia em Campinas

Foto Reprodução : PP
Cerca de 80% das cirurgias eletivas previstas foram suspensas no Hospital Mário Gatti, em Campinas, no primeiro dia de paralisação de servidores, nesta segunda-feira, 17. O protesto de 48 horas tem adesão de enfermeiros, técnicos, auxiliares, entre outros profissionais, que pedem equiparação do bônus por produtividade aos dos médicos.

Uma reunião no período da tarde desta segunda-feira, entre o presidente do hospital, Marcos Eurípedes Pimenta, integrantes do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Campinas (STMC) e os secretário municipais de Saúde e Relações Institucionais foi encerrada após a proposta da criação de uma comissão que irá estudar os critérios de produtividade que podem ser aplicados na unidade.

A paralisação está no seu segundo dia nesta terça-feira, 18. As áreas de urgência e emergência não foram afetadas, segundo a assessoria da unidade médica.

Uma assembleia colocará em discussão a continuidade do protesto da categoria nesta terça-feira, quando estão previstas 22 cirurgias eletivas. Segundo a assessoria do hospital, não há previsão de quando os procedimentos cancelados serão remarcados. O protesto teve adesão de 30% a 50% dos servidores das áreas que aderiram ao movimento, de acordo com a unidade médica.

Um dos pedidos dos funcionários que aderiram ao protesto é a equiparação do bônus por produtividade de enfermeiros, técnicos e auxiliares aos de médicos, que têm prêmios divididos em duas modalidades. Na primeira, os valores alcançam R$ 1.067 para 12 horas de jornada e R$ 3,2 mil para 36 horas. Na segunda fase, pula para R$ 1.170 e R$ 3,5 mil, respectivamente.

A presidência da unidade médica afirmou que os salários dos enfermeiros são maiores do que outros hospitais particulares e municipais e não há como equiparar o bônus aos dos médicos.

Fonte : PP


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