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Henrique perde pênalti, e Palmeiras não sai do empate com São Caetano


Azulão sai na frente logo após cobrança desperdiçada pelo capitão, mas Verdão busca a igualdade na segunda etapa com Leandro. Jogo foi ruim
Foto : Reprodução Globo Esporte
A chuva e o mau momento de São Caetano e Palmeiras afastaram os torcedores do estádio Anacleto Campanella, neste domingo. Os 2.360 corajosos e apaixonados que resolveram encarar, não foram premiados. No empate por 1 a 1, pela 12ª rodada do Campeonato Paulista, quase nenhum atrativo. O duelo ficou muito longe de se parecer com uma partida entre duas equipes que já brigaram por títulos. Nem mesmo o pentacampeão Rivaldo conseguiu dar alguma qualidade à partida. Com um ímpeto animador no início, mas esbarrando na deficiência técnica, o Verdão foi superior na primeira etapa, mas viu o capitão Henrique perder pênalti e, na sequência, apenas observou Éder marcar o primeiro da partida. Na segunda etapa, um lampejo de esperança para a torcida verde no gol de Leandro. Mas nada além disso.
Com o resultado, o Verdão se manteve na sexta colocação, com 21 pontos. O São Caetano também continuou onde estava: na lanterna, com apenas seis pontos. O Palmeiras volta a campo nesta quarta-feira, contra o Botafogo-SP, no Pacaembu, às 19h30m. O São Caetano recebe o Ituano no Anacleto, na quinta, às 19h30m.
Verdão perde pênalti, e Azulão não perdoa
O técnico Gilson Kleina, do Palmeiras, optou por uma mudança simples para suprir a ausência de Valdivia, machucado: ele escalou Wesley, que é volante, como meia. Com a manutenção do esquema, o Verdão seguiu jogando com uma linha de quatro atrás, um quadrado no meio de campo e dois jogadores na frente.
O São Caetano também teve esquema tático semelhante. O treinador Aílton Silva deixou Rivaldo com a responsabilidade de armar as jogadas e contou com a velocidade de Danielzinho pelos lados do campo.
No entanto, nada do que os treinadores pensaram se refletiu no campo. O Palmeiras teve mais a posse (59% a 41% no fim do primeiro tempo), mas de nada adiantou. O time até trabalhou bem pelos lados do campo, mas pecou no último passe. Tanto nos cruzamentos, quanto nas bolas mais curtas. Kleber, por exemplo, recebeu apenas um passe com condição de finalização e mandou, aos 6 minutos, nas mãos do goleiro Fábio.
Enquanto isso, o São Caetano ficou acuado. A bola parecia queimar até mesmo nos pés do experiente Rivaldo. Quando conseguiu ter a posse, o Azulão acelerou o jogo para tentar surpreender a defesa do Palmeiras nos contra-ataques. Mas a tática não surtiu efeito.
Melhor que o Azulão, o time do Palestra Itália teve sua oportunidade de abrir o placar  aos 27. Kleber sofreu pênalti de Bruno Aguiar. Henrique assumiu a cobrança, mas mandou para fora. O castigo não tardou. Aos 40, Éder recebeu pela esquerda, puxou para o meio e bateu forte, no contra-pé de Fernando Prass, que sequer pulou para tentar alcançar a bola.
Verdão melhora, mas não vira
Irritada com os erros de Vinicius, a torcida palmeirense, ainda no fim do primeiro tempo, pediu a entrada de Leandro. Gilson Kleina atendeu, e o Verdão voltou do intervalo com a alteração, que surtiu efeito logo aos três minutos. Wesley invadiu a área e rolou para o meio. Leandro apareceu sozinho e só teve o trabalho de empurrar para o gol.

Após igualar o placar, o Palmeiras adiantou sua linha de marcação e passou a pressionar a saída de bola do São Caetano. Com os jogadores mais próximos, o Verdão voltou a ficar mais tempo no campo de ataque. Patrick Vieira, pela direita, foi o mais acionado. Mesmo assim, esbarrou na dificuldade do último passe. Já o São Caetano trabalhou mais a bola, mas não criou nada muito perigoso.
Na metade da segunda etapa, Kleina promoveu a entrada de Tiago Real, que não atuava desde o fim do ano passado, por causa de lesão no ombro, no lugar de Patick Vieira, que saiu muito aplaudido. Aílton Silva também mudou o São Caetano, colocando Eduardo e Pedro Carmona nos lugares de Geovane e Rivaldo, respectivamente. Com a mudança, o Azulão passou mais tempo com a bola e deu trabalho à defesa verde. Faltou, porém, capricho na finalização.

Por : Gustavo Serbonchini

Fonte : Globo Esporte

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