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Ex-Harlem Globetrotters monta time em São Carlos e sonha com NBB


Jefferson Sobral, que jogou o Nacional por Joinville, Araraquara e Tijuca, inicia projeto com apoio de Nenê, nascido na cidade do interior paulista
Aos 32 anos, Jefferson Sobral dispensa comentários no quesito experiência. O jogador começou no Santo André, defendeu o Joinville – em duas edições -, Araraquara e Tijuca no NBB. Também defendeu Vasco e Ribeirão Preto, e chegou a treinar em times da NBA como Seattle Supersonics, Denver Nuggets e Los Angeles Lakers, mas não chegou a disputar uma partida oficial. A sua mais famosa marca é ter sido o único brasileiro integrante do Harlem Globetrotters, equipe norte-americana de basquete que viaja o mundo dando espetáculos no esporte.
A boa trajetória com a bola laranja encorajou o jogador a um novo desafio. Com o basquete no sangue, já que é irmão de Marta e Leila, ex-atletas da seleção feminina da modalidade, o ala iniciou um projeto para montar um time de basquete em São Carlos, interior de São Paulo. A escolha do local passa também por um dos maiores astros do Brasil na NBA, Nenê Hilário, amigo de Jefferson e incentivador do projeto, já que nasceu na cidade.
- Eu estou morando aqui junto com a minha família e tomei São Carlos como o meu lugar. Esse era um sonho particular e como Nenê é meu padrinho da casamento e amigo pessoal, me deu o apoio total. Temos aqui um ginásio maravilhoso que já recebeu até a seleção de basquete. É um desperdício não ter um clube representando o município nas competições nacionais - conta.
O ginásio que Sobral se refere é o Milton Olaio Filho, que em 2012 recebeu a seleção brasileira durante a preparação para as Olimpíadas de Londres. A equipe disputou três duelos na cidade, em um pequeno torneio - o Super Four -,  contra Argentina, Nigéria e Nova Zelândia. A ideia do ala é que os dias de glória do ginásio estejam apenas começando. Para isso, a nova equipe de São Carlos começa investindo nos torneios estaduais, para depois alçar voos ainda mais altos.
Aos 32 anos, Jefferson Sobral dispensa comentários no quesito experiência. O jogador começou no Santo André, defendeu o Joinville – em duas edições -, Araraquara e Tijuca no NBB. Também defendeu Vasco e Ribeirão Preto, e chegou a treinar em times da NBA como Seattle Supersonics, Denver Nuggets e Los Angeles Lakers, mas não chegou a disputar uma partida oficial. A sua mais famosa marca é ter sido o único brasileiro integrante do Harlem Globetrotters, equipe norte-americana de basquete que viaja o mundo dando espetáculos no esporte.
A boa trajetória com a bola laranja encorajou o jogador a um novo desafio. Com o basquete no sangue, já que é irmão de Marta e Leila, ex-atletas da seleção feminina da modalidade, o ala iniciou um projeto para montar um time de basquete em São Carlos, interior de São Paulo. A escolha do local passa também por um dos maiores astros do Brasil na NBA, Nenê Hilário, amigo de Jefferson e incentivador do projeto, já que nasceu na cidade.
- Eu estou morando aqui junto com a minha família e tomei São Carlos como o meu lugar. Esse era um sonho particular e como Nenê é meu padrinho da casamento e amigo pessoal, me deu o apoio total. Temos aqui um ginásio maravilhoso que já recebeu até a seleção de basquete. É um desperdício não ter um clube representando o município nas competições nacionais - conta.
O ginásio que Sobral se refere é o Milton Olaio Filho, que em 2012 recebeu a seleção brasileira durante a preparação para as Olimpíadas de Londres. A equipe disputou três duelos na cidade, em um pequeno torneio - o Super Four -,  contra Argentina, Nigéria e Nova Zelândia. A ideia do ala é que os dias de glória do ginásio estejam apenas começando. Para isso, a nova equipe de São Carlos começa investindo nos torneios estaduais, para depois alçar voos ainda mais altos.
Experiência no EUA
Os anos de Harlem Globetrotters e as pré-temporadas que fez nas equipes da NBA deram a Jefferson Sobral um conhecimento sobre como funciona o maior basquete do mundo. O objetivo é implantar um projeto grande em São Carlos para que dê frutos não só para disputar o NBB, mas também novos talentos para a seleção brasileira.
- O meu sonho é plantar uma semente de algo muito maior. Aqui, consegui o apoio do poder público para criar esse novo clube. O esporte é uma das maiores formas de inclusão social e precisa ser incentivado. Hoje temos o NBB que é uma das 15 maiores ligas do mundo ao meu ver. Tenho uma bagagem boa de tudo que vi lá fora e acho que posso passar isso adiante e ajudar na divulgação e crescimento do basquete.

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