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Falta remédio para Mal de Parkinson na rede pública de Paulínia, SP


Segundo pacientes, medicamento é essencial para controle de tremores.
Prefeitura afirma que remédio consta como disponível no estoque.

Os pacientes que sofrem de Mal de Parkinson não encontram o remédio para o tratamento na rede pública de Paulínia (SP). A doença não tem cura, afeta a coordenação motora e pode ser controlada com medicação adequada.
Segundo pacientes, o medicamento é essencial para o controle dos tremores e dos movimentos involuntários. "Já fiquei sem ele e aconteceu que eu fiquei caindo, sem equilíbrio nenhum, levando tombos", afirma a aposentada Íris Sena Castro, que sofre com a doença há 8 anos.
Ela conta que há quatro meses não consegue receber o medicamento. "Não tem justificativa. Aqui em Paulínia, eles falam que simplesmente está faltando", diz. A aposentada toma três caixas todo mês a um custo de R$ 215.
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A professora Sonia Regina Ribeiro tentou retirar o medicamento na Farmácia de Alto Custo para o pai de 72 anos, mas não conseguiu. Segundo as funcionárias que estavam no local, não há o remédio em estoque e não há data precisa para o fornecimento. "Não dá pra ficar de jeito nenhum sem. O tremor é muito forte, o medicamento é pro resto da vida dele", afirma a professora.
Estoque
Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Paulínia, o remédio consta como disponível no estoque da Farmácia de Alto Custo. A prefeitura afirma que irá apurar a divergência sobre a disponibilidade e informou que os pacientes devem procurar pelo medicamento nesta terça-feira (8) que ele estará disponível.

 (Foto: Reprodução EPTV) Remédio não é encontrado na Farmácia de Alto Custo de Paulínia

Fonte: G1

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