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Polícia mapeia atuação de quadrilha que usa WhatsApp para venda de veículos dublês na região de Campinas

Grupo, que age em ao menos cinco cidades da RMC, foi descoberto com a prisão de dois suspeitos. Vítima relata que teve prejuízo de R$ 30 mil.
A Polícia Civil traçou o mapa de atuação de uma quadrilha especializada em venda de carros dublês em ao menos cinco cidades região e fora do estado. Foram identificadas áreas onde o grupo agia e formas de comercialização, que envolvem até as redes sociais. Vítima relata prejuízo de R$ 30 mil.

O carro dublê é originado de roubo ou furto e passa a circular com dados de um veículo legalizado. A atuação do grupo criminoso foi descoberta com a prisão de dois homens no momento em que eles tentavam vender um veículo com essas irregularidades, em Campinas, no último dia 21.
Pelo WhatsApp
"Tudo começou com um grupo de WhatsApp. Eu participava do grupo, de compra e venda de carros. E ele [golpista] apareceu anunciando vários carros. Acabei vendendo um carro que eu tinha, que era mais velho, e acabei comprando um carro com ele . E ele me explicou como era: 'Olha: o carro custa R$ 30 mil, você vai ficar andando com a procuração até regularização da documentação do carro com um órgão compente", detalhou a vítima. O criminoso prometeu a emissão da documentação em um ou dois meses, o que não ocorreu.
Ela lamentou o risco que correu e o prejuízo. "Querendo ou não eu ainda corri um risco, porque eles falaram que eu poderia ser presa por receptação se tivesse parado numa blitz ou alguma coisa assim. Nada vem de graça. Eu acabei perdendo tudo que eu tinha. É melhor, realmente, procurar uma loja especializda, conhecida no mercado", finalizou.
Área de atuação
Com as informações que os criminosos passaram, foi possível traçar a área de atuação da quadrilha. Na região, estão entre as cidades onde eles agem Paulínia, Valinhos, Sumaré, Monte Mor e Campinas. Até agora, a polícia conseguiu apreender sete carros e trabalha para identificar mais veículos.

Como funciona o esquema
A quadrilha tem três figuras centrais, que mantêm o funcionamento de todo o esquema.
Uma pessoa é responsável por conseguir os carros que são vendidos depois como dublês.
Uma segunda pessoa providencia a adulteração dos dados de identificação do automóvel.
A terceira pessoa cuida da parte de comercialização, fazendo contato com as vítimas pelas redes sociais, aplicativos de mensagens de voz e até mesmo em pequenas concessionárias.

Fonte G1

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