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Justiça de Paulínia concede liminar a Kiko e Tiguila

Kiko Meschiatti(PRB) e Tiguila Paes(PPS) são acusados de quebra de decoro parlamentar em sessão do dia 26 de fevereiro.

Uma liminar concedida nesta quarta-feira (28) pelo juiz Carlos Eduardo Mendes, da 1ª Vara de Paulínia (SP), suspende por hora a investigação da Câmara Municipal contra os vereadores Kiko Meschiatti (PRB) e Tiguila Paes (PPS).

A denúncia foi votada na sessão do dia 13 de março e apontava quebra de decoro parlamentar na sessão extraordinária em que Kiko Meschiatti (PRB) foi o presidente e Tiguila Paes (PPS) foi o 1º secretário, no dia 26 de fevereiro.

A sessão em que eles ocuparam estas funções tinha como pauta a abertura ou não da CP contra Dixon e 13 vereadores, acusados de uma suposta troca de favores que resultou em 68 nomeações para cargos de confiança.

Em sua decisão, o magistrado destaca não verificar atos que configurassem improbidade administrativa e "mesmo desvio de finalidade a implicar a formação de comissão processante e recebimento de denúncia para se apurar a quebra de decoro parlamentar."

"Frise-se, a decisão de afastamento de vereadores não foi tomada apenas pelo impetrante [Kiko Meschiatti], mas votada e deliberada por mais um vereador não afastado para o ato (Sr. Tiguila Paes) e suplentes", destaca o juiz.

A assessoria de imprensa da Câmara disse que o Legislativo ainda não foi notificado e por isso não iria se manifestar.

Kiko alega sofrer retaliação 

A abertura da CP contra os vereadores Kiko e Tiguila foi vista como retaliação da base governista. Ambos fazem oposição ao governo. “Recebo essa notícia com serenidade e confiante que a justiça está sendo feita, pois agi dentro dos limites de atuação como vereador. Minha luta por uma Paulínia melhor não vai parar”, afirmou o Vereador Kiko Mesquiatti.
Em nota, Tiguila disse que a estratégia de tentar cassar o seu mandato e o do Kiko, "arranjando” um “denunciante” para acusa-los de quebra de decoro, faz parte da série de medidas que estão tomando para destruir a Comissão Processante que envolve o senhor prefeito e 13 colegas de Legislativo. “Como não fomos denunciados junto com eles, esperávamos que isso fosse causar certa revolta, mas não tanto. O companheiro Kiko, como disse o juiz, não cometeu nenhum ato que justifique a cassação do seu mandato, pois, tudo foi feito de forma pública e registrada. No meu caso, que apenas secretariei os trabalhos da sessão extraordinária determinada pela Justiça, menos ainda. Então, seguiremos trabalhando com a mesma firmeza e disposição de sempre, sobretudo, em defesa dos interesses da população”, concluiu.

Redação PORTAL VIZÃO

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