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Servidor pede cassação de Vice Prefeito

O servidor público Márcio Rosa Santos, conhecido como Márcio Leão, protocolou na Câmara um pedido de abertura de CP (Comissão Processante) contra o vice-prefeito Sandro Caprino (PRB) na tarde de terça-feira (06). Leão afirma que o vice há oito meses recebe R$ 7.747,00, mas sem trabalhar. Segundo a denuncia, Caprino deve ser afastado de forma definitiva do cargo. 

"Isso mesmo, senhor Presidente e nobres Vereadores, o Senhor vice-prefeito recebe há cerca de oito meses seu salário, sem sequer aparecer à prefeitura nesse período";, diz parte do documento protocolado por Márcio Leão. 

Em outro trecho da denúncia, o servidor argumenta que Caprino tem causado um caos na cidade por supostamente promover ataques ao prefeito Dixon Carvalho (PP) e que o vice tem tentado causar instabilidade política em paulínia ao jogar todos contra todos". 

Para a reportagem, Leão disse que não acha justo um servidor receber e não trabalhar.Em oito meses Caprino não deu um dia de serviço para a população, uma falta de respeito enorme, afirmou o funcionário público. 

Rito

Agora, a Procuradoria da Câmara vai avaliar se o pedido de abertura de CP tem embasamento jurídico. Caso o pedido de investigação tenha fundamento, a abertura  da CP será votada em plenário, a previsão segundo o rito, seria dia 15 de fevereiro. Se aprovada, uma comissão composta por três vereadores, sendo um deles o presidente, será formada. O prazo de investigação é de 90 dias. 

O relatório poderá ou não concluir que Caprino é culpado. Após a conclusão e apresentação do relatório final, a denúncia será votada no plenário da Câmara e a maioria simples pode absolver ou condenar o vice-prefeito. Um resultado negativo poderá impedir o vice de participar de eleições por oito anos. 

Caprino foi procurado pela reportagem para se manifestar sobre as acusações. No entanto, ele alegou que “não tem nada a declarar. 

Histórico

Leão também já protocolou uma denúncia contra o vice, em agosto de 2017, por quebra de decoro e pediu a sua cassação, mas o caso foi arquivado na Câmara. Na época, Leão argumentou que Caprino estava extrapolando as funções de seu cargo. 

Fonte: Facebook 

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