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Médicos residentes iniciam greve no Hospital Ouro Verde, em Campinas

Profissionais denunciam más condições de trabalho e aprendizado na unidade médica.
Cerca de 80 médicos residentes do Hospital Ouro Verde, em Campinas (SP), entraram em greve nesta quarta-feira (27) para reivindicar melhores condições de trabalho.
Eles denunciam, entre outras coisas, falta de insumos no hospital e equipamentos quebrados, como um tomôgrafo, além de três meses sem cirurgias de cataratas realizadas.
A unidade é administrada por uma Organização Social (OS).
Os profissionais fizeram uma manifestação nesta manhã na porta do complexo hospitalar.
Outra queixa dos residentes é a irregularidade na preceptoria. Médicos que orientam os residentes não comparecem ao trabalho devido à falta de remuneração.
Entramos em contato com a Vitale, OS que gerencia o Ouro Verde. A empresa ainda não se pronunciou sobre a greve.
Endoscopia parou dia 26
Médicos com contratos de pessoa jurídica (PJ) do setor de endoscopia do Hospital Ouro Verde paralisaram as atividades na terça-feira (26). A gestão da unidade informou que os especialistas, seis ao todo, não entraram em acordo com a unidade, até o momento, sobre a redução dos salários.
A organização social (OS) busca reduzir custos de todos os médicos contratados como PJ, mas não informou valores e nem o número total de profissionais nesta situação.
No caso dos médicos paralisados, eles fazem parte de uma única equipe e, segundo a Vitale, se não houver acordo com eles, haverá substituição. Outros médicos da área - contratados como CLT - estão suprindo a demanda de pacientes.
O Sindicato dos Médicos de Campinas e Região (Sindimed) informou que, ao contrário do que disse a Vitale, os médicos que paralisaram não foram informados sobre um acordo envolvendo a redução de salários. E que as remunerações dos PJ estão com três meses de atraso.

Fonte: G1

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