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Campinas registra 2ª morte por gripe H3N2 e número sobe para seis na região

 (Foto: Reprodução G1)
Segundo a Secretaria de Saúde, óbito de idosa de 87 anos aconteceu no dia 16 de maio. Vacinação no município seguirá até acabar o estoque das doses.
A Prefeitura de Campinas (SP) registrou a segunda morte por gripe H3N2 no município. De acordo com a Secretaria de Saúde, a vítima é uma idosa de 87 anos, moradora da Região Sudoeste, e que tinha comorbidades. A morte aconteceu no dia 16 de maio e foi confirmada pela administração ao G1 na tarde desta terça-feira (13). Na região, subiu para seis o total de óbitos pela doença.
O Executivo não informou em qual hospital a idosa estava internada e afirmou que ela não tomou a vacina contra a gripe. A primeira morte por H3N2 na cidade foi de um idoso de 78 anos, confirmada pela Prefeitura no dia 17 de maio. O município tem 23 casos do vírus confirmados – incluindo as duas mortes – além de um registro de Influenza B.
Além das duas mortes de Campinas, Indaiatuba (SP) registrou quatro óbitos pela doença. A cidade tem outros cinco casos confirmados da doença na cidade e investiga oito registros.
Vacinação
A Prefeitura de Campinas afirmou que vai continuar imunizando toda a população em todos os postos de saúde enquanto houver estoque da vacina. De acordo com um balanço atualizado até esta terça-feira, 201,9 mil pessoas receberam as doses no município, o que representa 79,8% da meta do grupo prioritário, sem incluir os doentes crônicos.
A vacina desenvolvida neste ano protege contra gripes A (H1N1 e H3N2) e B. A imunização é anual porque depende sempre dos tipos de vírus em circulação no país. Pessoas com doenças agudas graves e/ou febre devem esperar a melhora do quadro para tomar a vacina. Não há problema em tomar a dose junto com outras vacinas, inclusive a da febre amarela.
Fazem parte do grupo de risco bebês acima de 6 meses de idade, crianças até 5 anos incompletos, idosos, gestantes, mulheres que fizeram parto há menos de 45 dias, professores e profissionais da saúde, além dos doentes crônicos.

Fonte: G1

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