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A Prefeitura de Paulínia realiza, de 11 a 21 de novembro, a “Semana da Cultura Negra”, em comemoração ao dia da Consciência Negra, em 20 de novembro.
Na programação, a população poderá visitar uma exposição que retrata o negro na história do país - vidas, costumes e hábitos, no hall da entrada principal do Paço Municipal, das 8 às 17h.
No dia 16, às 14 horas, na Sala de Imprensa do Paço Municipal, o professor e historiador José Santo Jesus Fiorini, fará uma palestra retratando o cotidiano dos negros antes e pós a abolição da escravatura, em 13 de maio de 1888.
A semana foi instituída pela lei 2.388 em 1º de junho de 2000, com objetivo de prover a sua divulgação, realizando palestras, cursos, campanhas ou qualquer tipo de evento cultural, esportivo e recreativo, tendo por tema a importância da cultura negra na sociedade.
A Semana da Cultura Negra é organizada pela Prefeitura de Paulínia, por meio das Secretarias Municipais da Cultura, Educação e Turismo e Eventos.
Exposição
Na exposição, além das peças que eram usadas para torturar os negros, fotografias e gravuras ilustrativas de vários artistas que retrataram os escravos em suas obras, serão expostas.
Segundo uma das curadoras do trabalho, Sueli Barreto, a exposição tem como objetivo tornar visível a importância do negro na história do país, contando um pouco da vida desse povo por meio das artes.
“Tivemos ao longo dos vários governos na época do Brasil Colônia, missões artísticas que vinham com o objetivo de fomentar a cultura em nosso país ou conhecer o que havia por aqui. Se não fosse esses registros, mais uma vez teríamos lacunas em nossa memória histórica”, disse Sueli.
Palestra
A palestra será ministrada pelo historiador José Santo Jesus Fiorini, retratando a história dos negros antes e pós a abolição da escravatura, em 13 de maio de 1888.
O professor trás em sua bagagem uma vasta experiência sobre o assunto. Hoje é considerado um dos grandes historiadores da cidade, apresentou palestras sobre a história de Paulínia, dos imigrantes italianos do município e cultura popular, entre outros.
De 1993 a 2003, reestruturou o Museu Municipal, catalogando acervo, buscando novos e escrevendo para o periódico do museu. É professor voluntário do Projeto Anastácia, oferecendo reforço escolar aos alunos que frequentam a capoeira.
Fiorini lecionou em escolas públicas municipais e estaduais de Paulínia. Desde sua aposentadoria, presta serviços voluntários no Lar dos Velhinhos e Centro de Geriatria de Paulínia.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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