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Paulínia é a 4ª melhor cidade do Brasil para realizar negócios

Levantamento da consultoria Urban Systems foi divulgado pela revista Exame e compreende municípios acima de 100 mil habitantes

Paulínia foi considerada a 4ª melhor cidade acima de 100 mil habitantes do Brasil para a realização de negócios. Na RMC (Região Metropolitana de Campinas), o município obteve a 1ª colocação, na frente de Campinas e Valinhos.

O levantamento foi feito pela consultoria Urban Systems e divulgado pela revista Exame. Foram avaliados 28 indicadores disponíveis em quatro eixos: desenvolvimento social, capital humano, infraestrutura e desenvolvimento econômico.

Nesse último item, inclusive, Paulínia obteve a 3ª posição, atrás apenas de Barueri e Pinhais (PR). O levantamento analisou 309 municípios acima de 100 mil habitantes, responsáveis por 71% do PIB (produto interno bruto) brasileiro.

O prefeito José Pavan Junior (PSDB) comemorou os resultados. Foi a primeira vez de Paulínia no levantamento, que está na sua 3ª edição. “Estreamos como a quarta melhor cidade do Brasil para investir em negócios. É um excelente resultado”, disse.

O prefeito elencou diversos fatores que contribuíram para o resultado. O primeiro deles é o incentivo oferecido pelo município para a instalação de novas empresas. Concessão de áreas e redução fiscal são alguns dos atrativos.

Em todo o ano passado, foram registradas aberturas de 641 novas empresas no município. Neste ano, até 24 de outubro, foram 501 novos estabelecimentos registrados no cadastro da prefeitura.

O terceiro é a oferta de qualificação para a mão de obra local. A ETEP (Escola Técnica de Paulínia) e o Cemep (Centro Municipal de Ensino Profissionalizante) oferecem cursos técnicos em química e informática, tanto para estudantes do ensino médio quanto para aqueles que já concluíram.

Pavan Junior também citou a atuação do programa “Emprega Paulínia”, que encaminha trabalhadores cadastrados com currículo para a contratação por empresas. Só neste ano, até setembro, foram 2.117 pessoas empregadas.

Com tudo isso, Paulínia obteve saldo positivo na geração de empregos formais, mesmo diante da crise. De janeiro a agosto, foram 10.260 novas vagas criadas, segundo o Ministério do Trabalho –mais do que o total de demissões.

O município também tem um rigoroso controle sobre as contas públicas. Desde o início do ano, um decreto regulamentou o contingenciamento das despesas na ordem de até 30%, em razão da queda na arrecadação gerada pela crise.

“Diante de tudo isso, temos um excelente ambiente para os investimentos em negócios. Além do polo petroquímico, investimos na diversidade econômica do nosso município, para gerar emprego e renda para a população”, disse.

Na área social, Paulínia tem diversos programas que buscam resgatar a dignidade humana. Entre eles estão o Renda da Família, Renda Alimentação e o Bolsa Amamentação, que oferecem auxílio financeiro a pessoas necessitadas.

Além disso, o município dispõe de boa infraestrutura urbana (água, esgoto e asfalto) e é cercado de rodovias (Zeferino Vaz, Dom Pedro 1º, Anhanguera e Bandeirantes) e o aeroporto internacional de Viracopos, em Campinas.

Outros resultados

A mesma consultoria Urban Systems já incluiu Paulínia na lista das “cidades mais inteligentes” do Brasil. O município obteve 1º lugar na área da segurança (ranking da região Sudeste) e governança e economia (cidades com até 100 mil habitantes).

O presidente da Urban Systems, Thomaz Assumpção, afirmou à revista Exame que as cidades que se destacaram são os lugares onde as empresas e as pessoas querem estar. “Esse é o nosso trabalho. Deixar a cidade como as pessoas querem”, disse Pavan.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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