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Secretaria de Saúde abre sindicância para apurar sabotagem em equipamento do hospital

A Secretaria de Saúde de Paulínia instaurou sindicância para apurar suspeitas de que mangueiras condutoras de oxigênio dos aparelhos de anestesia do Centro Cirúrgico do Hospital de Paulínia foram cortadas intencionalmente, na terça-feira (20). A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar o caso.  Se o problema não fosse descoberto por uma médica, pacientes poderiam ter morrido.

De acordo com o secretário de Saúde de Paulínia,  uma médica anestesista ao manusear os equipamentos notou que as mangueiras haviam sido cortadas, supostamente com bisturis. Primeiro, foi descoberto que o tubo da sala dois havia sido cortado. A mesma situação ocorreu nas salas um e três.

“Acredito que foi para prejudicar o trabalho que estamos fazendo para melhorar a rede de saúde. No entanto, agora, passaram dos limites. Vidas foram colocadas em risco. Um absurdo. Isso é um crime”, disse o secretário

Na sala dois havia um paciente que passou por uma cirurgia de calecistectomia. Se no procedimento ele precisasse de oxigênio, o homem correria risco de morrer. O secretário relatou que o objetivo da sindicância é encontrar o responsável ou responsáveis por cortar as mangueiras. O secretário não descarta que o suspeito possa ser, inclusive, uma pessoas que não pertença ao quadro de servidores.

O delegado da Polícia Civil Marco Antônio Evangelista esteve no local. Ele relatou que existem “fortes indícios” que as mangueiras foram cortadas intencionalmente. O material apreendido foi encaminhado para perícia. Evangelista começou a ouvir testemunhas e funcionários do hospital.

“Se ficar provado que os cortes foram intencionais se trata de algo muito grave. No entanto, posso antecipar que a linha de investigação que estamos seguindo aponta para tentativa de homicídio”, explicou o delegado.

Ainda de acordo com Evangelista, se provado que as mangueiras foram cortadas intencionalmente, o caso pode também ser configurado como crime contra a coletividade. Uma médica e duas enfermeiras foram as responsáveis em registrar o BO. Por causa do ocorrido a segurança no hospital foi reforçada.

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