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TRE suspende cassação da prefeita de Sumaré para revisar sentença

ACristina Carrara foi eleita com 54.543 votos(Foto: Diego Estevão / Divulgação)dicionar legenda

Decisão mantém Cristina Carrara (PSDB) na Prefeitura até julgar embargos.
Tucana e o vice foram cassados por uso indevido de jornal na campanha.



O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) atendeu ao pedido dos advogados da prefeita de Sumaré (SP), Cristina Carrara (PSDB), e suspendeu a decisão da própria corte, que decidiu no último dia 19 de setembro cassar o mandato da tucana e do vice dela, Luiz Dalben (PPS). O juiz do caso, Roberto Maia Filho, determinou nesta segunda-feira (30), que a cassação seja suspensa até que o tribunal reveja a sentença, conforme pedido da defesa da chefe do Executivo.
O TRE-SP condenou Cristina e Dalben pelo uso indevido de meios de comunicação durante o processo eleitoral. Os desembargadores entenderam que a prefeita usou na campanha um jornal criado exclusivamente para publicar matérias favoráveis a ela e contrárias ao seu oponente às vésperas do pleito. "O jornal foi criado exclusivamente para as eleições. Foi distribuído gratuitamente por cinco edições com tiragem de 5 mil exemplares cada, durante o período eleitoral e depois descontinuado", disse o então relator  Paulo Galizia na ocasião. Nesta segunda, Galizia renuncia à relatoria do caso e assumiu Filho.
Execução da sentença
A Justiça Eleitoral local, que avaliava nesta segunda a forma como ocorreria a substituição na Prefeitura, informou que recebeu no fim da tarde um aviso do tribunal sobre a suspensão. Com a mudança, na manhã desta terça, o juiz eleitoral da cidade deve se manifestar sobre a forma como fará cumprir as decisões da corte paulista.
Cristina Carrara e Luiz Dalben foram eleitos com 53.543 votos, 44,98% dos votos válidos, pela coligação Unidos por Sumaréx (PTB/PPS/DEM/PRTB/PTC/PSDB/PSD). Caso a decisão do TRE seja mantida, assume a Prefeitura o segundo colocado, o petista Tito, que recebeu 46.613 votos, 38,44% dos válidos, no pleito de 2012.
Defesa
A assessoria de imprensa da prefeita informou que o conteúdo do pedido de revisão feitos pela prefeita ao TRE serão mantidos em sigilo a princípio por estratégia da defesa. Em nota, Cristina reitera sua inocência no caso. “Não há absolutamente nada na acusação que a vincule pessoalmente às supostas ações irregulares apontadas na ação”, diz a nota.
Os advogados ainda não recorreram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, segundo consta no processo, foram feitos embargos de declaração.

Fonte : G1

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