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Polícia diz que marido de empregada dirigia carro em roubo a condomínio

Três suspeitos entraram em residencial no Parque Prado, em Campinas.
Funcionária de casa invadida por criminosos continua desaparecida


A Polícia Civil confirmou nesta quarta-feira (16) que o carro usado durante o roubo a casa no condomínio no Parque Prado, em Campinas (SP), era dirigido pelo marido da empregada que trabalhava no local. Segundo o delegado do 5º Distrito Policial (DP), Hamilton Caviolla Filho, o reconhecimento ocorreu por meio de imagens das câmeras do residencial. A funcionária foi levada pelos ladrões e continuava desaparecida até esta reportagem ser publicada. Por enquanto, a polícia também a considera vítima do roubo.

"Ele era o condutor do veículo, mas é preciso investigar se ele está envolvido ou foi obrigado pelos outros suspeitos a entrar no condomínio", explicou o delegado. O titular do 5º DP disse que o carro usado no roubo não está registrado como propriedade do marido da empregada, mas testemunhas informaram ter visto o veículo no local em ocasiões que antecederam o crime.
De acordo com Caviolla Filho, o dono da casa é um empresário que atua no comércio de combustíveis e, além de R$ 200 mil em dinheiro, teve objetos pessoais levados. A polícia não descarta que tenha ocorrido facilitação na prática do crime. Os suspeitos e o veículo não foram localizados pela polícia. No carro, além do marido da empregada, estavam dois homens.

"Alguma coisa tem de estranho. A pessoa foi na casa certa, foi em um porão atrás de dinheiro e tinha detalhes que, segundo a vítima, só ela sabia. Só vamos descobrir quando acharmos a empregada, o marido dela e o pessoal que invadiu a casa", admitiu o delegado.

A ação
O delegado do 5º DP conta que três criminosos armados e encapuzados renderam a doméstica e, em seguida, o comerciante e um amigo que também estava na residência. Além disso, ressalta que os criminosos foram ao local com intuito de roubar dinheiro do empresário.
"Com certeza foram com alvo certo, eles se identificaram para ir até a casa da vítima. Ela teria indicado um local onde havia R$ 5 mil guardados, e eles [ladrões] pegaram e voltaram dizendo que queriam o restante. Possivelmente eles sabiam dessa totalidade, desses R$ 200 mil", explicou Caviolla Filho.
As três vítimas foram amarradas, amordaçadas e colocadas em cômodos diferentes. Após saída dos criminosos, o dono da casa e o amigo conseguiram se soltar, acionaram a segurança, mas os criminosos e a doméstica já haviam desaparecido. A Polícia Civil deve avaliar imagens do circuito de câmeras de segurança, mas até a pubicação não havia identificado os autores e nem efetuado nenhuma prisão.

Fonte: G1

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