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Estádio do Guarani continua nas mãos do clube campineiro

CLUBE ACUMULA UMA DÍVIDA DE R$ 5 MILHÕES
. EX-JOGADOR É PRINCIPAL CREDOR DO TIME BUGRINO
A Justiça indeferiu o mandado de segurança impetrado pelo Guarani Futebol Clube, e o Estádio Brinco de Ouro foi a leilão na tarde da última quarta-feira (30).
A falta de um lance mínimo manteve o estádio nas mãos do clube. O lance mínimo era de R$ 147 milhões, mas o patrimônio está avaliado em 210 milhões de reais. 

A diretoria do Guarani acredita que a área equivale a, no mínimo, R$ 500 milhões. O leilão acontece na sede do TRT (Tribunal Regional do Trabalho), em Campinas.

Nem a possibilidade de uma das empresas arrematar o Brinco de Ouro preocupou o departamento jurídico, já que tanto o Guarani quanto os possíveis interessados podiam embargar a decisão da Justiça.

A principal alegação bugrina é que o Brinco de Ouro está dividido em cinco matrículas. O leilão, portanto, não acumulava todas elas, o que prejudica o clube em uma possível venda. Uma das tentativas de acordo com a Justiça foi oferecer a área do ginásio, avaliado em R$ 30 milhões, mas a proposta foi descartada.

Entre as dívidas acumuladas pelo time alviverde (que somam R$ 5 milhões), destaca-se o processo do ex-lateral-esquerdo Gustavo Nery. Jogador do Guarani no primeiro semestre de 2000, ele cobra R$ 1,5 milhão de salários atrasados (inicialmente, a dívida era de R$ 900 mil) na Justiça. Outros ex-jogadores também cobram direitos do Bugre, mas, segundo Gustavo Tavares, os valores não representam nem 5% do valor total do terreno.

 

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