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Com salários atrasados, terceirizados da Replan paralisam atividades

(Foto: Erlin Schmidt/EPTV)

Pelo menos 800 pessoas pararam os trabalhos na refinaria de Paulínia (SP).
Funcionários afirmam que estão sem receber vale-alimentação e convênio.


Os funcionários terceirizados do setor de manutenção da Refinaria do Planalto (Replan), em Paulínia (SP) paralisaram as atividades na manhã desta quinta-feira (3). Segundo a Polícia Militar, ao menos 800 manifestantes se reuniram em uma das entradas da empresa. O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção, Montagem e Manutenção, afirma que a decisão de interromper os trabalhos ocorreu por causa dos atrasos nos pagamentos dos salários, vale-alimentação, convênio médico e odontológico.

"Há quatro meses a empresa atrasa o pagamento", disse Diogo Henrique, um dos funcionários da prestadora de serviços. "A Petrobrás não demonstra qualquer solidariedade para com os trabalhadores que estão sem receber os benefícios do mês passado”, afirmou o diretor do sindicato Amilton Mendes dos Santos. O sindicato da categoria também afirma que a paralisação também ocorre em solidariedade aos petroleiros e contra a postura da Petrobrás de contratar subempreiteiras que não têm autossuficiência financeira. A suspensão das atividades deve seguir até o fim do dia. De acordo com a polícia, não houve tumulto.

Procurada pelo G1, a Petrobras informou em nota que está tomando as medidas necessárias para garantir a normalidade das operações da companhia não sejam comprometidas, sendo mantidas as condições de segurança dos trabalhadores e instalações. Segundo a empresa, não há reflexo na produção.

Sobre as negociações com trabalhadores, a Petrobras alegou ter feito uma série de reuniões com entidades sindicais e apresentou a proposta para cláusulas sociais em 26 de setembro. Além disso, reiterou que as cláusulas econômicas serão discutidas na próxima semana.

Fonte: g1

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