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Polícia diz que dois grupos realizaram mega-assalto a centro logístico


DIG identificou núcleos da quadrilha em Osasco e no interior de São Paulo.
Delegado de Campinas calcula recuperação de R$ 25 milhões em cargas.

Condomínio empresarial de Campinas foi alvo de
quadrilha em fevereiro (Foto: Reprodução / EPTV)
A Polícia Civil identificou dois grupos responsáveis pelo mega-assalto ao Centro Logístico Brasil (CLB), em Campinas (SP). Foram decretadas as prisões de três suspeitos que integram uma quadrilha em Osasco, na Grande São Paulo, e identificado o líder dos que atuam no interior do estado. Durante a ação, em fevereiro, eles usaram carros e caminhões para roubar uma carga de tablets e celulares.


"Nós estamos trabalhando para prender os três de Osasco. Quanto ao líder de Campinas, nós tomaremos providências para responsabilizá-lo", explicou nesta quarta-feira (10) o titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Carlos Henrique Fernandes.

Os suspeitos reconhecidos pela polícia são Roberto Souza Figueiras, Erivaldo Alves de Souza e Germano Francisco dos Santos Dias, que tiveram imagens divulgadas. Eles têm passagens por roubo, furto e receptação de mercadorias.
O CLB está instalado no entroncamento das rodovias Anhanguera e Dom Pedro I, no distrito de Nova Aparecida. No local, há uma unidade da Celistics, multinacional espanhola que responde por 60% das operações de logística e transporte de aparelhos celulares no Brasil, segundo a administração municipal.
Quadrilha e carga recuperada
Segundo o titular da DIG, as imagens gravadas por câmeras de segurança do centro logístico indicaram a participação de pelo menos dez criminosos no mega-assalto. A versão inicial apresentada pela Polícia Militar indicava a presença de 30 homens na ação.
"Em razão da entrada e saida em veículos distintos, isso dificultou estabelecer o número exato", afirmou Fernandes. Sem revelar o valor oficial do prejuízo causado ao CLB, o delegado calcula recuperação de R$ 25 milhões em cargas que foram encontradas em um posto de combustíveis no Jardim Eulina, Artur Nogueira (SP) e Zona Oeste de São Paulo.

O caso
Os homens invadiram o local se passando por funcionários do setor de segurança. Armados de fuzis e pistolas de uso exclusivo das Forças Armadas renderam os vigias e, em três horas, carregaram caminhões e veículos com os equipamentos. Ninguém ficou ferido.
A informação divulgada inicialmente era de que os assaltantes tinham rendido um vigia que estava a caminho do centro logístico com um carro da empresa. No entanto, após os depoimentos foi verificado que a estratégia adotada pelo bando utilizou um carro clonado com adesivos da empresa de vigilância.

Fonte :  G1

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