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Após duas seleções, Campinas não supre vagas de médicos temporários


Prefeitura deixará de preencher ao menos 6% dos 200 cargos autorizados.
Câmara de Vereadores autorizou contratações sem concurso público.

Os dois processos de contratação realizados pela Prefeitura de Campinas (SP) deixarão de suprir pelo menos 6% das 200 vagas emergenciais para médicos que visam compensar a saída de funcionários demitidos em março. A Secretaria de Recursos Humanos informou, nesta quarta-feira (10), que 102 dos 362 profissionais inscritos na primeira seleção assinaram contrato de trabalho.

Já na 
segunda seleção, o Executivo recebeu 86 inscrições para 98 vagas. Mesmo se todos os profissionais assinarem contrato, a Prefeitura não vai conseguir preencher as 200 vagas emergenciais - abertas sem a necessidade de concurso após aprovação na Câmara de Vereadores.

A Secretaria de Recursos Humanos informou que caberá à pasta de Saúde avaliar a necessidade de uma terceira seleção, já que o intuito era substituir os 106 médicos que deixaram a rede pública de saúde, em 14 de março, após fim do convênio entre município e hospital. Além disso, reiterou que o Executivo trabalha no 
concurso público que visa contratar 243 médicos.

O processo
O resultado do segundo processo seletivo deve ser homologado no dia 16 e a previsão é de que os profissionais atuem nas unidades de saúde a partir do dia 22. O contrato tem validade de um ano e pode ser renovado por igual período.

A remuneração máxima é de R$ 9,6 mil, dependendo da carga horária e local de trabalho, e a classificação dos candidatos é feita de acordo com a somatória dos pontos obtidos com a titulação - tempo da graduação e formação complementar na especialidade.

Demissões
Os médicos demitidos eram contratados em um convênio entre a Prefeitura e o Cândido Ferreira. Em 2011, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) julgou irregular a renovação do acordo assinada em 2008. Com isso, a administração municipal se comprometeu com o Ministério Público, por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a demitir os profissionais contratados pelo convênio e regularizar as vagas com concursos públicos.

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