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Marina deve usar 'rede' no nome do partido


A legenda que servirá de apoio a candidatura de Marina Silva em 2014 não vai utilizar a palavra "partido" em seu nome, substituindo-a pelo termo "rede".

O nome final, que pode ganhar um complemento, será definido até o dia 16 de fevereiro quando um evento em Brasília marcará a fundação da sigla.

"Está se consolidando alguma variação em torno da ideia de rede", disse o ex-presidente do Ibama Bazileu Alves, que coordena a redação de minutas provisórias do manifesto, estatuto e programa.

O site que convoca os militantes para o ato chama-se "RedePróPartido". De acordo com Bazileu, cerca de 600 já se inscrevem para participar do evento.

As discussões sobre o nome da legenda aconteceram em um fórum do site do Movimento por uma Nova Política, que reúne aliados da ex-senadora.

Os apoiadores de Marina se autodenominam de "Sonháticos".

Inicialmente foram elencados cerca de 40 termos como "Semear", "GAIA", "Plural", "Partido da Terra" e "Brasil Vivo". Agora, uma comissão analisa os nomes mais votados para bater o martelo.

Uma corrente defende a inclusão do termo "eco" ao lado de "rede".

"Pelo duplo sentido que inclui ecologia e eco das aspirações da sociedade brasileira. Além disso, é fácil de assimilhar", afirmou o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), que nesta semana anunciou que participará da fundação do partido.

A sigla deverá contar inicialmente com cinco parlamentares.

De acordo com Sirkis, a palavra "verde" foi vetada para que não houvesse associação com o PV, partido que Marina deixou em 2011.

Em 2010, Marina ficou em terceiro lugar na eleição presidência com 19,6 milhões de votos.
Segundo pesquisa Datafolha feita em dezembro, a ex-senadora aparece em segundo lugar na disputa de 2014.

No levantamento, ela tem de 13% a 18% das intenções de voto, a depender dos adversários, e só perderia para a presidente Dilma Rousseff e para seu antecessor, Lula. A pesquisa deu um impulso para a criação do partido.

Para conseguir disputar a eleição, Marina tem de reunir cerca de 500 mil assinaturas e conseguir a aprovação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) até outubro.

Fonte : Correio do Estado

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