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Ministério Público acusa prefeito de Americana de receber propina


Por meio da “Operação Atenas”, o Ministério Público acusa o prefeito de Americana, Diego De Nadai (PSDB) e o secretário de Saúde, Fabrizio Bordon, de terem recebido propina de R$ 100 mil de contratos do Instituto SAS (Sistema Assistencial à Saúde), que gere a Rede Nossos PAIs (Programa de Atendimento Imediato) na cidade. Segundo reportagem do Fantástico exibida no domingo, 16, o prefeito tem ligações com Fabio Berti Carone, tido como intermediador de contratos do instituto com prefeituras do país.
Com suspeita de irregularidades, o Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado), investiga contratos com as prefeituras de Americana, Itapetininga, São Miguel Arcanjo, Araçariguama, Vargem Grande Paulista, Rio de Janeiro e de Araranguá, em Santa Catarina.
De acordo com a reportagem, o prefeito e o secretário americanense estão envolvidos em um esquema que desviou R$ 10 milhões a cada ano da Saúde.
No dia em que o prefeito reeleito foi diplomado a reportagem o questionou sobre a suspeita de corrupção. "Isso é inverdade. É uma mentira, é um absurdo, não existe, não existiu e nunca vai existir", garantiu o prefeito. "Não tem nada de errado aqui, pode ter certeza disso. Aqui ninguém nunca recebeu nada e ninguém nunca teve acesso a nada errado".
Perguntado, Fabrizio Bordon afirmou que nunca cometeu irregularidades. Bordon adiantou, no entanto, que depois das prisões de integrantes da quadrilha do instituto, a prefeitura poderá romper o contrato com a administradora da rede de atendimento na cidade.
Os diretores do instituto também negam as acusações.
Com repasse de R$ 25 milhões por ano, o Instituto SAS gerencia quatro unidades de pronto-atendimento de Americana, sendo o PAI Zanaga, PAI Mathiensen, PAI Gramado e PAI São José.

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